
"(...) e acabou por se tranquilizar com a ideia de que um grande amor, sobrevindo repentinamente, como um relâmpago liberta de uma só vez a mulher de toda a inibição e de todo o pudor, e então ela justamente por ser pura e inocente, dá-se ao amante com a mesma prontidão com que faria uma rapariga leviana. (...)
Milan Kundera