"A estupidez é infinitamente mais fascinante que a inteligência, porque a inteligência tem limites e a estupidez não."
Albert Einstein
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2006
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2006
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2006
Gosto do meu carro, e depois?!

Britânicos estranhos falam com o carro!!
Mais de metade dos britânicos falam regularmente com o seu carro, encorajando-o por um trabalho bem feito no final do percurso, revela uma sondagem. Como se isto não fosse suficientemente estranho, a mesma sondagem adianta que 40% dos motoristas acredita que o seu carro tem personalidade própria e é capaz de se chatear, enquanto 19% se preocupa com os "sentimentos" do veículo.
in Correio da Manhã (21-02-2006)
Qual é a admiração?!! Eu falo todos os dias com o carro mai lindo do mundo: o meu carro!!!
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2006
terça-feira, 21 de fevereiro de 2006
Bú!!!!
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2006
domingo, 19 de fevereiro de 2006
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2006
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2006
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2006
"... Anjos Vestidos de Branco..."
Nome bonito para um dia-a-dia compensador e frustante ao mesmo tempo...
terça-feira, 14 de fevereiro de 2006

"Amor,
O que será isto?
Não sei, ainda não sei,
Talvez não me deixe saber ou,
Me não deixem saber.
Sei duas coisas,
O amor vale por dois únicos motivos,
O tudo e o nada!
Em amor, vale o tudo,
O dar sem receber,
O sorrir sem chorar,
O tocar sem mãos,
O respirar pelas nuvens,
O metal fundente agarrado ao nosso corpo,
As flores a alimentar um qualquer jardim,
Os olhares nos olhos,
Tudo.
O nada, não vale.
Quero amar,
Tenho o tudo para dar a quem o queira realmente.
Quero amar e tudo,
Não tenho é palavras para o dizer, a alguém,
Não tenho violinos que o digam,
Não será preciso.
Bastará dá-lo.
Sem o perceber,
Sem as mãos o conseguirem escrever,
Sem a boca o pronunciar,
Mas com os olhos a jorrar de tudo,
Com o corpo a ziguezaguear por entre estradas infinitas,
de tudo e de nada."
Lady X
Não fui eu que escrevi, mas, se o senhor da foto acima tivesse feito bem as coisas!, era assim que o escreveria:)
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2006
Elogio ao Amor

Elogio ao Amor
"Há coisas que não são para se perceberem. Esta é uma delas.
Tenho uma coisa para dizer e não sei como hei-de dizê-la. Muito do que se segue pode ser, por isso, incompreensível. A culpa é minha. O que for incompreensível não é mesmo para se perceber.
Não é por falta de clareza. Serei muito claro. Eu próprio percebo pouco do que tenho para dizer. Mas tenho de dizê-lo. O que quero é fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão.
Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.
Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e é mínima merdinha entram logo em "diálogo". O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões.
O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática.
O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas.
Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço.
Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, banançides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas.
Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo?
O amor é uma coisa, a vida é outra.
O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental".
Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos.
Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade.
Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo.
O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar.
O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto.
O amor é uma coisa, a vida é outra.
A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina.
O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima.
O amor não se percebe. Não é para perceber. O amor é um estado de quem se sente.
O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende.
O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser.
O amor é uma coisa, a vida é outra.
A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem.
Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz.
Não se pode ceder. Não se pode resistir.
A vida é uma coisa, o amor é outra.
A vida dura a Vida inteira, o amor não.
Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também."
Miguel Esteves Cardoso in Expresso
E eu aqui, cautelosa.. Vazia.
domingo, 12 de fevereiro de 2006
Às vezes é assim

"Dói-me viver como uma posição incómoda.
Deve haver ilhas lá para o sul das coisas
Onde sofrer seja uma coisa mais suave,
Onde viver custe menos ao pensamento,
E onde a gente possa fechar os olhos e adormecer ao sol
E acordar sem ter que pensar em responsabilidades sociais
Nem no dia do mês ou da semana que é hoje."
Fernando Pessoa
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2006
Sexta feira é dia de IP

Alegre cumprimentou grupo parlamentar "à Liedson"
O regresso de Manuel Alegre à Assembleia da República ficou marcado pelos festejos do deputado-poeta. Assim que entrou no hemiciclo, o candidato-indignado dirigiu-se à bancada socialista com a mão colocada em riste atrás da orelha e desatou a correr, tal como faz o avançado Liedson sempre que marca um golo. E se não fosse o presidente da Assembleia ter demovido o deputado-marialva de atirar a camisa para as galerias, e Alegre teria mesmo sido expulso. A reacção do grupo parlamentar do PS não se fez esperar. Alguns deputados mais exaltados lançaram sobre o Alegre todos os objectos que lhes apareceram às mãos: cadeiras, garrafas de água, minis, o jornal "A Bola", o "Borda d'Água", limas das unhas e Vitalino Canas. O deputado-patriota optou por virar as costas e despedir-se com a saudação celebrizada por Cristiano Ronaldo.
in O Inimigo Público (03-02-2006)
Enchi-me de rir!!
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2006
Sou do Benfica e isso me envaidece!
terça-feira, 7 de fevereiro de 2006
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2006
Música no ouvido

Hold Still
In this little towncars they don't slow down
The lonely people here
They throw lonely stares
Into their lonely hearts
I watch the traffic lights
I drift on Christmas nights
I wanna set it straight
I wanna make it right
But girl you're so far away
Oh, hold still for a moment and I'll find you
I'm so close, I'm just a small step behind you girl
And I could hold you if you just stood still
I jaywalk through this town
I drop leaves on the ground
But lonely people here
Just gaze their eyes on air
And miss the autumn roar
I roam through traffic lights
I fade through Christmas nights
I wanna set it straight
I wanna make it right
But man you're so far away
Oh, I'll hold still for a moment so you'll find me
You're so close, I can feel you all around me boy
I know you're somewhere out there
I know you're somewhere out there
Oh, hold still for a moment and I'll find you
You're so close, I can feel you all around me
And I could hold you if you just stood still
Oh, I'll hold still for a moment so you'll find me
I'm so close, I'm just a small step behind you
I know you're somewhere out there
I know you're somewhere out there
I know you're somewhere out there
David Fonseca
É linda, não é? :)
domingo, 5 de fevereiro de 2006
...
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2006
Sonoriedade
A partir de hoje este espaço vai estar sempre acompanhado por musica, para nos aconchegar um pouco mais...
P.S. - Aceitam-se sugestões musicais!
P.S. - Aceitam-se sugestões musicais!
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2006
Sorte!!!
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2006
Voar

Cuts You Up
I find you in the morning... after dreams of distant signs
You pour yourself over me like the sun through the blinds
You lift me up and get me out
Keep me walking but never shout
"Hold the secret close", I hear you say
You know the way it throws about.
It takes you in and spits you out
It spits you out when you desire
to conquer it, to feel you're higher
To follow it you must be clean,
with mistakes that you do mean
Move the heart, switch the pace
Look for what seems out of place
Yeah on and on it goes, calling like a distant wind
Through the zero hour we'll walk... cut the thick and break the thin
No sound to break, no moment clear
when all the doubts are crystal clear
Crashing hard into the secret wind
You know the way it twists and turns
Changing colour, spinning yarns
You know the way it leaves you dry
It cuts you up, it takes you high
You know the way it's painted gold
Is it honey? Is it gold?
You know the way it throws about.
It takes you in and spits you outIt spits you out when you desire
to conquer it, to feel you're higher
To follow it you must be clean, with mistakes that you do mean
Move the heart, switch the pace
Look for what seems out of place
And now I find the special kind
You, yourself, like sun through blinds
You lift me up and get me out
Keep me walking but never shoutIt's okay... it goes this way
The line is thin, it twists away
Cuts you up, It throws about
Keep me walking, but never shout.
Peter Murphy
E quando cheguei a casa, cansada, a musica tocou e dancei, dancei...
Coisas que nos fazem retomar a força:)
Estamos sempre a aprender...
"- Adeus, disse ele à flor.Mas a flor não respondeu.
- Adeus, repetiu ele.
A flor tossiu. Mas não era por causa do resfriado.
- Eu fui uma tola, disse por fim. Peço-te perdão. Trata de ser feliz.
A ausência de censuras surpreendeu-o. Ficou parado, inteiramente sem jeito, com a redoma no ar. Não podia compreender essa calma doçura.
- É claro que eu te amo, disse-lhe a flor. ..... Foste tão tolo quanto eu. Trata de ser feliz... Mas podes deixar em paz a redoma. Não preciso mais dela.
- Mas o vento...
- Não estou assim tão resfriada... O ar fresco da noite faz-me bem. Eu sou uma flor.
- Mas os bichos...
- É preciso que eu suporte duas ou três larvas se quiser conhecer as borboletas. Dizem que são tão belas! Do contrário, quem virá visitar-me? Tu estarás longe... Quando aos bichos grandes, não tenho medo deles. Eu tenho as minhas garras."
O Principezinho, de Antoine de Saint-Exupéry
Leite com mel
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